As vítimas eram aliciadas para subscrever “hipotéticos títulos de investimento, de uma empresa situada em Moçambique”, que realizaria investimentos em várias áreas no país. Os angariadores prometiam taxas de juro “entre os seis e os dez por cento, ao mês”, mas acabaram detidos pela Polícia Judiciária (PJ) de Aveiro, por suspeita de crimes de burla qualificada.