O valor das aplicações em dívida pública portuguesa nos fundos de investimento comercializados em Portugal caiu 25,8% no primeiro mês do ano, para 263,7 milhões de euros, segundo os dados hoje divulgados pela CMVM.
As alterações ao Código do Trabalho já garantem o fim de quatro feriados mas, para já, apenas estão garantidos os dois civis (5 de Outubro e 1 de Dezembro).
Bolsa nacional acompanha as perdas na Europa devido à pressão das acções da banca e da Galp. Reina a desilusão com a falta de aprovação do segundo resgate à Grécia.
A venda de 30% do capital da Petrobras Brasil aos chineses da Sinopec deverá estar concluída até ao final do primeiro semestre. A garantia foi dada pelo presidente da Galp.
Se não houver alterações no posto de trabalho, o despedimento por inadaptação de cargos de complexidade ou direcção só se pode verificar caso haja objectivos acordados depois das alterações à lei.
Se não houver alterações no posto de trabalho, o despedimento por inadaptação de cargos de complexidade ou direcção só se pode verificar caso haja objectivos acordados depois das alterações à lei.
A Comissão Europeia aprovou uma nova directiva ambiental, para o sector refinador, que terá um impacto de 40 milhões de euros por ano nas contas da Galp.
O alvo, para já, é apenas o reactor nuclear de Sacavém. Futuras centrais nucleares carecem, no entanto, do seu aval. Executivo garante que estas não estão na agenda política.
A lei laboral e as alterações que têm vindo a ser feitas na legislação nacional não são solução para os problemas laborais do país, defendeu hoje Rodrigo Costa.
A defesa de Carlos Cruz voltou hoje a alegar, no julgamento do recurso do processo Casa Pia pelo Tribunal da Relação de Lisboa, que o apresentador de televisão "está inocente" e que não conhecia as vítimas, nem os locais onde ocorreram os abusos sexuais.
Governo aprovou medida que prevê que contractos de arrendamento possam ser denunciados por "mera comunicação" em caso de realização de "obras profundas".
O PCP afirmou hoje que vai recorrer da decisão da Mesa da Assembleia da República, que rejeitou a audição potestativa do primeiro-ministro sobre as secretas, o que obriga o plenário a debater e a pronunciar-se sobre o assunto.